2. O arranjo de sons citadinos para a última música do álbum dos Dear Telephone, Taxi Ballad, foi algo que me deu algum alento na área de organização de sons no qual quero ser um aluno cada vez mais aplicado. É algo muito discreto e simples, mas penso que era exactamente isso que poderia caber num disco como aquele, considerado um dos melhores da cena portuguesa de 2013
3.Houve mesmo muito pouco tempo para vasculhar e editar gravações caseiras, e muito menos para fazer das edições da Guttapercha um acto contínuo. Ainda assim deu para lançar trim e pluviôse em nome próprio, para compilar corti001 e gutta004 e para deixar mais ou menos a meio o próximo registo de katzgraben (projecto em meditação) que tem saído muito lentamente em peças de vídeo separadas intituladas Stimmung.
4. 2013 foi também o ano de Frass e, num âmbito bem diferente, mais pessoal, de um discreto Vouga a ser projectado num evento da Art Assembly com participação da editora Touch (isto serviu um pouco como reflexão, talvez uma chamada para um trabalho mais concentrado nas imagens e na exploração sonora, sem dúvida uma área a explorar com verdadeira substância em 2014).
5. A escrita de 2014 foi andando em exercícios de gaveta e diários que só agora podem começar a fazer sentido. Talvez sejam os preparativos para algo mais concreto em 2014. Se o tempo o permitisse, um livro e uma tradução seriam uma certeza. Por enquanto mantêm-se um acto contínuo.